Existem coisas que nem mesmo a tecnologia pode substituir em um artista: a inspiração, o treinamento, o traço, a escolha das cores, o sentimento… Apesar disso, o mundo digital já fez muitos criativos trocarem o pincel e o lápis por mesas digitalizadoras.

A verdade é que uma boa ferramenta de trabalho pode ser uma grande aliada. Até mesmo os mais tradicionais saem beneficiados com o auxílio tecnológico no processo criativo.

Por isso, venha conhecer quais são as últimas tendências do mercado para as mesas e os fatores que você precisa considerar na hora de comprar a sua.

Como escolher suas mesas digitalizadoras

Comprar uma mesa digitalizadora quase sempre é um investimento caro — pelo menos no Brasil —, mas que vale a pena, desde que você escolha uma ferramenta que combine com a sua necessidade e que caiba no seu bolso.

Um dos principais fatores a ser observado é a sensitividade de pressão da mesa: quanto mais níveis de pressão ela tiver, melhor será o traço. A sensação de desenhar também será mais próxima à do papel tradicional.

Outro ponto a ser considerado são os acessórios e os botões de acesso rápido, que podem estar presentes na caneta ou na própria mesa. Configurados de forma correta, eles são grandes aliados na sua produtividade e podem poupar muito tempo.

É sempre bom olhar, também, o tamanho da mesa: dispositivos menores são mais portáteis e leves, mas podem interferir na qualidade de trabalhos mais profissionais.

As novas opções do mercado

Agora que você já sabe o que levar em conta no momento da compra, selecionamos as mesas digitalizadoras que estão fazendo mais sucesso no mercado atualmente, com inovação e tecnologia de ponta. Dê uma olhada:

Wacom Intuos Pro

A Wacom é a líder do segmento de mesas digitalizadoras há algum tempo. Com o lançamento de produtos como a Intuos Pro, a marca já mostrou que pretende continuar grande no mercado.

Essa mesa supre todas as necessidades de um profissional, assim como as de um amador que quer investir um pouco mais em equipamento. Ela tem incríveis 8.192 níveis de pressão, 8 botões customizáveis e suporte para Bluetooth. No Brasil, o modelo médio dela chega por cerca de 2,5 mil reais.

Huion 1060Plus Graphic Tablet

A Huion também não faz feio e tem o 1060Plus como um ótimo modelo de entrada para os que estão começando na arte digital.

Custando bem menos que as mesas da Wacom, ela tem um tamanho legal, 2.048 níveis de pressão e muitos, muitos botões customizáveis para facilitar o seu trabalho. Lá fora, você pode encontrar uma dessas mesas por cerca de 83 dólares.

Ugee M708

Se você está procurando um pacote completo, mas que não pese muito no orçamento, a Ugee M708 pode ser a melhor opção.

Mesmo com um preço menor que a maioria das concorrentes, esse modelo tem uma taxa de resposta e resolução bem alta, 2.048 níveis de pressão e alguns botões de acesso rápido para serem personalizados.

A compatibilidade nativa com uma série de softwares também é um diferencial. Na Amazon americana, você encontra o produto por cerca de 60 dólares.

Wacom MobileStudio Pro 16

Verdadeiros profissionais merecem um equipamento de ponta e, claro, mobilidade para explorarem sua criatividade: é isso que promete a MobileStudio Pro 16, modelo de luxo produzido pela Wacom.

Além de funcionar sem a necessidade de um computador, ele é um verdadeiro estúdio móvel, equipado com placa de vídeo NVIDIA, 8.192 níveis de pressão, conexão wireless e oito botões de acesso rápido. No Brasil, o preço oficial é bem salgado, chegando a 20 mil reais.

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